Grande volume de dados bancários? Conte com o EDI Financeiro

Muitas pessoas e empresas são extremamente gratas pela invenção do Internet Banking, sistema disponibilizado pelas instituições financeiras no qual é possível acessar suas contas e fazer as principais transações de onde estiverem, como consultar saldos, gerar extratos e fazer pagamentos.

A praticidade e o ganho de tempo de poder fazer isso e muito mais sem precisar se deslocar até o banco é inquestionável, mas e se existisse uma ferramenta capaz de fazer todas essas operações de forma automatizada e integrada aos processos da sua empresa e cadeia?

Isso é possível por meio do EDI (Electronic Data Interchange), ferramenta que promove a integração entre sistemas das empresas para proporcionar o intercâmbio de dados eletrônicos entre elas, principalmente de documentos. E o que uma solução como essa tem a ver com informações financeiras?

O sistema de EDI possui uma funcionalidade chamada EDI Financeiro que opera da seguinte forma: empresas conectam seu sistema com o dos bancos dos quais são clientes e, a partir disso, podem automatizar sua relação financeira com clientes e fornecedores da sua cadeia de suprimentos. Ao identificar a necessidade de realizar cobrança ou pagamento, o EDI já gera o documento e envia para o banco.

Um exemplo prático disso é de uma fábrica de papel que recebeu o pedido de 200 pacotes de folhas de papel sulfite de uma papelaria que atende. Nesse caso, o arquivo de cobrança é formatado e enviado automaticamente para o banco, por meio do EDI Financeiro, que vai encaminhá-lo para o ponto de venda utilizando a integração entre sistemas EDI.

Após esse procedimento, a fábrica consegue rastrear a situação da fatura que enviou – para saber se seu cliente recebeu ou se o pagamento foi agendado, por exemplo – e receber o comprovante de pagamento pela solução.

O EDI Financeiro pode começar a atuar até em etapas anteriores da cadeia de suprimentos, quando a fábrica faz o pedido de celulose para o fornecedor de matéria-prima, por exemplo. Nesse caso, seu sistema de EDI pode enviar o pagamento diretamente para o banco juntamente com os dados da empresa favorecida.

É importante destacar que arquivos como esses poderão ser importados diretamente para o ERP (software de gestão integrada) das empresas envolvidas na transação, para fazer a conciliação e atualizar os dados da área financeira.

Mas e se o arquivo estiver em um formato diferente? Um dos pontos fortes do EDI Financeiro é a padronização, ou seja, ele consegue converter o layout do documento para o modelo compatível de leitura do ERP, garantindo que as informações sejam registradas corretamente. Com isso, você não precisa se preocupar em fazer essa inclusão manualmente e correr o risco de digitar os dados incorretamente, falhas às quais está sujeito qualquer processo manual.

Essa adequação de documentos acontece também no processo inverso: isso significa que sua empresa pode gerar seus arquivos em qualquer formato, pois o EDI se encarrega de entregar ao banco e aos parceiros de negócio no layout correto.

Tais funcionalidades tornam o EDI Financeiro uma ferramenta semelhante ao Internet Banking, mas muito mais completa, que opera de forma automatizada e integrada aos processos da sua empresa e cadeia. Isso agiliza e simplifica o funcionamento da supply chain nos processos financeiros com segurança, melhorando o nível de serviço tanto oferecido quanto recebido.

A série sobre EDI ainda não acabou: continue acompanhando nosso blog para descobrir como essa integração entre sistemas e o intercâmbio de dados eletrônicos beneficia as empresas no âmbito financeiro, logístico e mercantil!

Autor

A NeoGrid é uma empresa brasileira de soluções para a gestão de Supply Chain com clientes em mais de 30 países e escritórios na América Latina, América do Norte, Europa e Ásia. Em plataforma exclusiva e completa, as soluções NeoGrid sincronizam a cadeia de suprimentos, trazendo como resultado a redução de rupturas (faltas) e, ao mesmo tempo, a redução de estoques.

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