Tecnologia facilita reposição colaborativa com foco na lucratividade

Suponha que todas as áreas de negócio da sua empresa estejam alinhadas no planejamento estratégico, caminhando na mesma direção, o que elimina ruídos e, por consequência, reduz os conflitos internos sensivelmente. Somente isso é a garantia de sucesso nas vendas? A atual dinâmica do planejamento e reposição na cadeia de suprimentos (supply chain) tem sinalizado que não. Afinal de contas, pouco adianta sua empresa estar alinhada internamente se os demais agentes têm outros anseios que impactam o seu negócio.

Como resposta a esse desafio, surge a metodologia CPRF (Collaborative Planning, Forecasting and Replenishment), que propõe a reposição colaborativa, integrando os principais parceiros de negócio ao planejamento da sua empresa. Pode parecer complicado à primeira vista, mas a tecnologia especializada comprova que não. E você vai saber o porquê nesse post.

Antes de implantar a solução de tecnologia, o primeiro passo para a reposição colaborativa ocorrer é definir as regras do processo, uma etapa que pode customizar como será a relação entre o varejo e a indústria, considerando as estratégias e interesses diferenciados que há entre eles. Isso pode, inclusive, estar registrado em contrato para garantir a confiabilidade do processo, ampliando o nível da maturidade de gestão entre os elos da cadeia de suprimentos.

A partir desse acordo, a solução tecnológica especializada em supply chain entra em cena. Um dos principais ganhos obtidos com ela é o estabelecimento de um workflow de colaboração, que organiza o fluxo de atividades e otimiza o planejamento interno, possibilitando a sinergia entre as áreas da empresa (trade, produção, vendas e marketing).

Além disso, o workflow de colaboração cria mecanismos para integrar também os principais parceiros da sua empresa na etapa do planejamento estratégico, ajudando a eleger os agentes que demandam mais energia da sua operação. Essa ação aproxima as partes e ajuda a alinhar as expectativas de planejamento e reposição, visando ampliar a margem e a lucratividade de ambas.

Outra vantagem é que no workflow de colaboração tem uma etapa chamada de consenso. Essa fase contribui para o cumprimento do acordo estabelecido, proporcionado alertas que favorecem a reposição colaborativa, melhorando a disponibilidade no varejo. É válido lembrar que a iniciativa para esse projeto pode partir tanto do varejo quanto da indústria.

Além de promover a integração das informações na cadeia de suprimentos, a tecnologia contribui ao fornecer dados estatísticos (considerando o histórico de vendas) para suportar a tomada de decisão. Isso é fundamental para se ter um olhar mais preciso sobre a gestão de produto, considerando sazonalidades e outras informações relevantes (como o elevado consumo de determinado item numa loja de praia e um giro menor dele em uma loja de outra região).

Com a tecnologia especializada, é perfeitamente viável e possível estabelecer um processo colaborativo alinhado, nos moldes da metodologia CPFR, possibilitando benefícios reais para a cadeia de suprimentos, como ampliação da produtividade, da eficiência operacional e, por consequência, da competitividade.

No próximo post do blog apresentaremos quais características essa tecnologia deve dispor para garantir a eficácia desse trabalho. Acompanhe!

Autor

A NeoGrid é uma empresa brasileira de soluções para a gestão de Supply Chain com clientes em mais de 30 países e escritórios na América Latina, América do Norte, Europa e Ásia. Em plataforma exclusiva e completa, as soluções NeoGrid sincronizam a cadeia de suprimentos, trazendo como resultado a redução de rupturas (faltas) e, ao mesmo tempo, a redução de estoques.

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